
A investigação sobre o acidente com um ônibus da empresa Rota Transportes, ocorrido na última segunda-feira em Itambé, segue em andamento.
Em depoimento à Polícia Civil, o motorista afirmou que sofreu um mal-estar súbito durante uma manobra, relatando que teve a visão escurecida e acabou acelerando o veículo por engano. Ele também disse que deixou o local com medo de ser agredido por pessoas que presenciaram a situação.
O caso resultou na morte de duas pessoas e deixou outras três gravemente feridas, após o ônibus atingir um ponto de apoio rodoviário.
Após se apresentar, o condutor passou por exames no Departamento de Polícia Técnica, incluindo testes toxicológicos e de alcoolemia, e responde em liberdade.
A Polícia Civil segue apurando o caso, com análise de depoimentos e perícia no veículo. O prazo inicial do inquérito é de 30 dias.
O que disseram as testemunhas no local do ocorrido?.
Testemunhas relataram que, pouco antes da tragédia, o motorista do ônibus teria se envolvido em uma discussão com pessoas que estavam no terminal rodoviário. Segundo esses relatos, ele teria descido do veículo e questionado o fato de algumas pessoas estarem sentadas em uma área que, na visão dele, seria irregular.
Após o desentendimento, ainda de acordo com testemunhas, o motorista voltou ao ônibus e, em seguida, o veículo acabou invadindo o local onde as vítimas estavam, provocando o atropelamento.
Também há relatos de que, logo após o ocorrido, o condutor teria deixado o local, o que aumentou ainda mais a revolta de quem presenciou a cena. Todas essas informações estão sendo analisadas pela Polícia Civil dentro do inquérito que apura o caso.
O que disse a empresa?







